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Entenda as tendências do mercado de segurança de veículos no Brasil

Segundo o Denatran, em 2020, o número de veículos emplacados no Brasil ultrapassou a marca dos 105 milhões. Isso significa, aproximadamente, um veículo para cada dois brasileiros. São milhões de automóveis, caminhões, motocicletas, etc circulando nas ruas e estradas todos os dias, sujeitos a todo tipo de imprevisto. 

Os números do mercado

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública revela que, em 2018, aconteceram mais de 490 mil roubos e furtos de veículos em todo o país. Essa é apenas uma das preocupações de quem compra um veículo para uso pessoal ou profissional. Por isso, as pessoas querem circular amparadas por algum tipo de seguro. 

O mercado da segurança de veículos no Brasil foi composto, majoritariamente, por seguradoras tradicionais durante muito tempo. Mas, nos últimos anos, a quantidade de associações de proteção veicular tem crescido consideravelmente. Um estudo feito pela Ernest Young indica que o faturamento anual do setor das associações varia de R$ 7,1 bilhões a R$ 9,4 bilhões e que, atualmente, já são 687 associações de proteção veicular em atividade no Brasil com mais de 4,5 milhões de associados.

Associações: uma tendência consolidada

Pode-se dizer que as associações são uma tendência no mercado de segurança de veículos que veio para ficar. Elas são uma alternativa aos valores mais altos das seguradoras tradicionais, ou seja, representam uma oportunidade para quem não tem condições de arcar com esses valores, mas quer garantir a proteção do seu automóvel também. 

Com as mudanças econômicas dos últimos anos, o sonho do carro próprio ficou mais próximo da realidade, devido ao aumento do poder de compra, às novas formas de pagamento, aos consórcios, aos financiamentos, etc. As associações atraem motoristas mais jovens e de menor renda, ou aqueles que estão em busca de planos mais baratos, coberturas iguais, ou melhores, e procedimentos de contratação facilitados para economizar tempo e dinheiro. 

Quais as diferenças entre seguradoras e associações?

Contratar a proteção veicular de uma associação costuma ser mais fácil do que a de uma seguradora tradicional, já que não é necessário fazer análise de perfil, formalizar uma apólice ou definir o tempo mínimo de contrato. A liberação da cobertura é mais rápida e o associado tem tudo garantido enquanto estiver em dia com os pagamentos. 

Vale ressaltar que as seguradoras são empresas regulamentadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), vinculada ao Ministério da Fazenda, responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguro. As associações de proteção veicular, por outro lado, têm suas atividades garantidas pelo direito constitucional de livre associação. Assim, ambos os formatos de segurança de veículos estão de acordo com a lei. 

As tendências para o mercado automotivo brasileiro são de mais crescimento nos próximos anos, devido também aos aplicativos de transporte e às locadoras. O mercado da segurança de veículos deve acompanhar esse movimento. Assim, ainda há bastante espaço para seguradoras e associações expandirem seus negócios.

Se você está pensando em criar uma associação de proteção veicular, o momento certo é agora.

>> Leia a seguir: Primeiros passos para criar uma associação de proteção veicular

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